history Esta página é apenas de leitura. Pode ver a fonte, mas não alterá-la. Informe-se com o administrador deste Wiki se achar que isto não está correto. . {{jornalheader> image=jornal:hlbanner.png title=OS TERRORES DA BIG N!! date=27/10/2025 author=Gustavo Munari }} É época de outubro: falta só uma semaninha para o **Dia do Saci**. As luzes se apagam, o vento sopra e os consoles piscam na penumbra... É **Halloween (ou Dia do Saci, pra quem é raiz)!** E nada melhor do que celebrar mergulhando em jogos perfeitos pra essa **semaninha do capeta**. De **mansões mal-assombradas** a **rituais ancestrais**, reunimos sete títulos que provam que o medo também tem seu espaço no mundo colorido da **Big N!** ---- {{jornalheader> quadro title=Luigi’s Mansion (GC) }} {{infobox> image=jornal:lmmenu.jpg }} **Começando com o pé esquerdo (se é que você me entende)**, nada melhor do que revisitar o clássico que marcou a estreia do **GameCube**! Quem diria que o irmão mais medroso do Reino do Cogumelo acabaria se tornando um autêntico caçador de fantasmas? [[gamecube:luigi_s_mansion|Luigi’s Mansion]] (GameCube, 2001) nasceu como uma simples tech demo pra mostrar o poder do novo console da Nintendo, mas acabou virando um clássico cult. Com sua **atmosfera gótica**, **sombras dinâmicas** e o icônico **Poltergust 3000**, Luigi conquistou fãs no mundo inteiro, e claro, temos ele devidamente **catalogado aqui na Wiki!** O jogo combina **humor e sustos na medida certa**, com visuais que ainda impressionam. Uma aventura curtinha, perfeita pra jogar no clima do Halloween e rir (ou gritar) junto com o Luigi. Inclusive, nesta semana, no dia 30 de outubro, ele será lançado para o Nintendo Online (Somente para o Switch 2) — então, não perca! E mais: você pode conferir os materiais catalogados aqui na Wiki [[gamecube:luigi_s_mansion|Luigi’s Mansion]]. ---- {{jornalheader> quadro title=Eternal Darkness: Sanity’s Requiem (GC) }} {{infobox> image=jornal:edmenu.jpg }} Esse aqui é **sacanagem**. A Nintendo se juntou à **Silicon Knights** pra criar um dos jogos mais ousados e sombrios do **GameCube**, e depois simplesmente esqueceu que ele existia. Uma obra-prima amaldiçoada, tanto no tema quanto no destino. [[gamecube:eternal_darkness_-_sanity_s_requiem|Eternal Darkness - Sanity's Requiem]] (GameCube, 2002) é o **Lovecraft que deu certo** nos videogames. O terror não vem de monstros pulando na tela, mas da sua própria cabeça. O famigerado **Sanity Meter**, patenteado pela própria Nintendo, distorcia a realidade: a tela virava, o som falhava, o volume da TV “mudava sozinho” e às vezes o jogo fingia **deletar seu save**. Puro pavor psicológico! Com jogabilidade ao estilo dos velhos **Resident Evil**, a história cruza séculos, impérios e bibliotecas amaldiçoadas, e a cada novo capítulo, sua sanidade vai pro brejo. Ah, e sim, temos ele completinho na Wiki pra você perder umas boas horas (e alguns parafusos) [[gamecube:eternal_darkness_-_sanity_s_requiem|Eternal Darkness - Sanity's Requiem]]. ---- {{jornalheader> quadro title=Shadow Man (N64) }} {{infobox> image=jornal:smmenu.jpg }} **MEU AMIGO… esse aqui é INSANO!** Imagina jogar um game inteiro nos anos 90 com **legendas oficiais em português** e ouvir um personagem falando sobre o “**cu do mundo**” no meio da história. Pois é, isso aconteceu. Num console da Nintendo! Lançado em 1999 pela gloriosa (e caótica) **Acclaim**, [[n64:shadow_man|Shadow Man]] trouxe **vodu, necromancia e pura insanidade** pro Nintendo 64. No papel de **Michael LeRoi**, um anti-herói mascarado, você viaja entre o mundo dos vivos e dos mortos, e nenhum dos dois é exatamente acolhedor. Trilha sonora arrepiante, ambientação macabra e enredo recheado de serial killers e rituais sombrios. Um título **adulto, ousado e perturbador**, que fez o N64 parecer o próprio inferno digital. E sim, ele é **patrimônio tombado da Wiki!** Um dos raríssimos jogos traduzidos pela Gradiente, com manual completo, tudo guardadinho no nosso acervo [[n64:shadow_man|Shadow Man]]. ---- {{jornalheader> quadro title=Super Metroid (SNES) }} {{infobox> image=jornal:smmenu.png }} **COMPANHEIRO… esse aqui é TENSO!** Imagina jogar sozinho, no escuro, com aquela musiquinha sinistra tocando enquanto o planeta inteiro parece querer te engolir. Você vai voltar a dormir de luz acesa por uns bons meses. Pois é, esse é [[snes:super_metroid|Super Metroid]]. E sim, foi a **Nintendo** que fez isso! Lançado em **1994**, o jogo colocou a caçadora **Samus Aran** de volta ao inferno alienígena de **Zebes**, e o resultado é uma das experiências mais sombrias e atmosféricas já vistas em **16 bits**. Nada de papo furado, nada de tutorial — o game te joga no vazio e te deixa descobrir o caminho sozinha, passo a passo, no meio da escuridão. Cada corredor parece respirar. Cada som metálico soa como um grito abafado. E os inimigos? Um verdadeiro desfile de **pesadelos biológicos**: vermes que rastejam pelas paredes, criaturas gosmentas com olhos por todo o corpo, máquinas amaldiçoadas e chefes que mais parecem mutações vivas. Tudo pulsa, tudo se mexe… e você nunca sabe se está matando um inimigo ou parte do próprio planeta. A trilha sonora completa o terror com ecos, ruídos e batidas graves que te deixam tenso mesmo quando nada está acontecendo. É o tipo de jogo que não precisa te assustar — ele simplesmente **te engole**. **E ACREDITE SE QUISER:** **TEMOS ELE COMPLETINHO!** Você não leu errado — **COMPLETINHO NA WIKI**, com manual, scans e todos os detalhes pra você se deliciar no puro terror pixelado [[snes:super_metroid|Super Metroid]]. **MU HA HA HA!** ---- {{jornalheader> quadro title=Castlevania 64 (N64) }} {{infobox> image=jornal:cs64menu.jpg }} Vamos ser sinceros: **nem todo Halloween é feito só de joias**. Mas [[n64:castlevania|Castlevania]] merece respeito e uma boa dose de paciência. É o tipo de jogo que te irrita, mas te hipnotiza. E quando você cai da mesma ponte pela décima vez, entende o verdadeiro terror da Konami. Em 1999, a empresa resolveu abrir o caixão e levar o castelo de Drácula pro mundo 3D. O resultado? Um **experimento corajoso**, com **climas góticos intensos**, **lobisomens à espreita**, **trilhas arrepiantes** e **câmeras que pareciam controladas por fantasmas**. Dois protagonistas, **Reinhardt Schneider** e **Carrie Fernandez**, finais múltiplos, relógio interno e eventos dinâmicos. **E o melhor (que o jogo, talvez): temos ele completinho aqui na Wiki!** Manual, scans, detalhes e curiosidades, tudo no capricho [[n64:castlevania|Castlevania]] **Inovador?** Sim. **Polido?** Nem tanto. Mas o charme desajeitado é justamente o que o torna cult. [[n64:castlevania|Castlevania]] é o tipo de jogo que você zera suando frio e depois pensa: “caramba, até que foi divertido sofrer.” ---- {{jornalheader> quadro title=Demon’s Crest (SNES) }} {{infobox> image=jornal:dcgpy.jpg }} **TUDO QUE CAI SOBE!** E depois de tanto tropeço 3D, a gente volta ao topo com uma **obra-prima esquecida**. Do mesmo inferno que trouxe Ghosts ’n Goblins, nasce Demon’s Crest (SNES, 1994), o jogo que a Capcom fez com tanto carinho que quase ninguém percebeu na época. Aqui, você controla **Firebrand**, o demônio alado que antes infernizava o Arthur, agora no papel de anti-herói em busca das lendárias **Crests**, joias demoníacas que concedem poder absoluto. O resultado é um **metroidvania gótico antes de existir o termo**, com múltiplas transformações, rotas secretas e visuais 16-bit que mais parecem pinturas do inferno. O jogo foi um fracasso comercial, mas hoje é **item de colecionador** e referência cult. Se você nunca jogou, tá perdendo um dos tesouros mais sombrios e belos do SNES. ---- {{jornalheader> quadro title=Gargoyle’s Quest (GB) }} {{infobox> image=jornal:gqmenu.jpg }} Saindo dos 16 bits e indo pros bons e velhos **8 bits**, Gargoyle’s Quest mostra que o inferno também cabe na telinha do **Game Boy**! Pouca gente lembra dele hoje, mas quem jogou sabe: é uma das **misturas mais ousadas** já feitas no portátil. Antes de virar o chefão vermelho do inferno, **Firebrand** já botava medo em preto e branco. Lançado em 1990, o jogo misturava **RPG e plataforma** num formato inédito pra época. Você andava por cidades, conversava com NPCs, explorava mapas e enfrentava chefões gigantes, tudo num cartuchinho minúsculo! O clima é sombrio, a música é sinistra e a dificuldade… ah, o selo Capcom de qualidade: você vai apanhar, mas vai amar cada segundo. ---- {{jornalheader> quadro title=Menções Honrosas }} * **Ghouls ’n Ghosts (NES)** – Arthur, o cavaleiro mais azarado dos games, de cuequinha e pronto pra morrer de novo. Cruel, carismático e eternamente difícil. * [[snes:castlevania_-_dracula_x|Castlevania - Dracula X]] – Chicote, sangue e trilha sonora divina. Um dos capítulos mais estilosos (e dolorosos) da saga. * **Friday the 13th (NES)** – Jason à solta, gráficos suspeitos e uma música que gruda na cabeça. É tosco, é confuso... e é ótimo. * **Splatterhouse: Wanpaku Graffiti (Famicom)** – Terror fofo! Múmias dançando, chefes fazendo moonwalk e humor nonsense em alta. * **Alone in the Dark (GBA)** – Terror 3D no bolso. Limitado, mas sombrio e cheio de charme portátil. * **Clock Tower (SNES)** – Horror psicológico em 16 bits. Você é uma garota indefesa fugindo de um assassino com uma tesoura gigante. Nada de armas, só tensão, passos ecoando e o medo de abrir a porta errada. ---- **No fim das contas...** A Nintendo pode ser o lar da diversão colorida, mas quando quer, sabe invocar o capeta direitinho. Então apague as luzes, pegue o controle e boa sorte nessa maratona. Só não diga que a gente não avisou... Gostou dos nossos artigos? [[home:jornal|Clique aqui e leia mais.]]